PREJUDICADOS POR DEMORA NO CADASTRO RECEBERÃO MENOS PARCELAS DO AUXÍLIO EMERGENCIAL



O governo do presidente Jair Bolsonaro prorrogou o auxílio emergencial por mais quatro parcelas – reduzidas para R$ 300 –, mas nem todos que têm direito ao benefício receberão a ajuda financeira.

O governo confirmou que pagará o benefício apenas até dezembro deste ano, um total de nove parcelas. Dessa maneira, quem começou a receber a renda emergencial tardiamente não ganhará o restante.

Assim, o trabalhador que recebe a quinta parcela em dezembro, por exemplo, no valor de R$ 600, não terá direito às outras quatro parcelas de R$ 300 anunciadas por Bolsonaro.

A informação, confirmada pelo Metrópoles junto ao Ministério da Cidadania, consta da medida provisória (MP) que autorizou a prorrogação do auxílio, publicada na quinta-feira (3/9).

“O auxílio emergencial residual será devido até 31 de dezembro de 2020, independentemente do número de parcelas recebidas”, diz o § 2º do artigo 1º do texto .

Um dos grupos prejudicados, novamente, pela medida do governo é o das mães adolescentes. Excluídas inicialmente do programa, elas receberam a primeira parcela apenas em junho.

Sendo assim, as mães menores de idade que ganharam a primeira cota em junho terão direito apenas a duas novas (no lugar de quatro) parcelas do benefício.

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