JOVEM RECEBE DIAGNÓSTICO ERRADO E MORRE DE PARADA CARDÍACA

Foto: Reprodução/ Metrópoles

Emily Chesterton, de 30 anos, procurou atendimento médico com queixas de dores na panturrilha, falta de ar, dificuldade de locomoção e inchaço na perna. A médica associada que a atendeu diagnosticou ansiedade e Covid longa, prescrevendo medicamentos para ambas as condições.

Horas depois, Emily desmaiou e foi levada ao hospital, mas não resistiu. A causa da morte: um coágulo na perna que interrompeu o fluxo de sangue para o coração.

Se tivesse sido encaminhada ao pronto-socorro imediatamente, Emily teria sobrevivido, de acordo com o legista responsável pelo caso.

Sua mãe, Marion, questiona a negligência médica e a falta de qualificação da profissional que a atendeu. Ela ressalta que Emily não sabia que estava sendo consultada por uma médica associada e defende que todos os pacientes tenham o direito de serem atendidos por um médico totalmente qualificado.

A profissional que atendeu Emily teve seu contrato rescindido e não pode mais atuar na área. No entanto, o caso levanta questões sobre a crescente utilização de médicos associados no Reino Unido, que visam suprir a necessidade de pessoal no Sistema Nacional de Saúde (NHS).

Até 2036, o governo inglês pretende aumentar de 4 mil para 10 mil o número de profissionais dessa categoria.

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